CPA – Comissão Própria de Avaliação

Princípios e Objetivos

Os processos e ações desenvolvidas têm por princípio a promoção da parceria, da contribuição e da co-participação na construção e desenvolvimento coletivos, tanto da autoavaliação como de todas as dimensões da UniFCV.

O processo de autoavaliação cumpre com princípios éticos que conduzem e orientam suas ações. São eles:

● Respeito à identidade institucional;

● Coletividade e universalidade;

● Autonomia, confidencialidade e sigilo;

● Beneficência e não maleficência;

● Justiça e equidade;

● Credibilidade e Confiabilidade;

● Permanência e Regularidade.

A autoavaliação Institucional tem como objetivo geral “Consolidar o processo de avaliação institucional internamente, a partir das dimensões avaliadas, em todos os âmbitos de atuação e serviços da UniFCV” e atende as exigências previstas na Lei 10.861/2004, respeitando a diversidade e as especificidades das diferentes organizações didático-pedagógicas e acadêmicas a partir de ações integradas e associadas às coordenações e NDEs dos cursos de graduação – presencial e EAD, cursos de pós-graduação e todos os setores da instituição.

São objetivos específicos da CPA:

a) Promover o autoconhecimento, desenvolvimento e melhoria da qualidade do ensino, pesquisa, extensão e gestão do UniFCV;

b) Subsidiar o processo decisório das políticas internas e implantações de políticas e projetos sociais e pedagógicos que atendam às necessidades e demandas da comunidade acadêmica e da sociedade maringaense;

c) Fortalecer a cultura de autoavaliação na UniFCV;

d) Sensibilizar a comunidade acadêmica e a sociedade civil sobre a necessidade e importância do processo permanente da autoavaliação;

e) Realizar todos os procedimentos de autoavaliação institucional de forma coerente com o PDI e o PPI e de maneira ética, coletiva, com participação autônoma e cooperativa de todos os atores e órgãos institucionais;

f) Promover a transparência e a credibilidade dos instrumentos e procedimentos por meio da apresentação e disponibilização pública de seus resultados;

g) Otimizar o processo permanente de autocrítica entre a comunidade acadêmica e suas demandas para a melhoria constante da qualidade do saber acadêmico, administrativo e para a cidadania.